2 de ago de 2011

A Rádio Cidade está de cara nova

A Rádio Cidade está de cara nova

Nova programação
A programação da Rádio Cidade também será ajustada. As três grandes novidades são os novos programas: Tamo Junto, Pegação e FatDuo na Área.
Tamo Junto - A rádio ganha um grande reforço na equipe de comunicadores com a chegada de Ico Thomaz, apresentador do Patrola, da RBS TV. Em parceria com Adriano Moraes, Ico vai comandar o Tamo Junto, de segunda a sexta-feira, das 12h às 13h. Além de música, o programa contará com participação dos ouvintes, entrevista com convidados especiais e um quadro de humor.
Pegação - Como o nome já diz, o Pegação terá foco em relacionamentos afetivos, incluindo um quadro apresentado pelas sexólogas Lúcia Pesca e Andréa Alves, as mesmas que respondem às dúvidas dos leitores do Diário Gaúcho na seção Falando de Sexo. A atração será apresentada por Juliana Vieira, que retorna aos estúdios em agosto. O programa irá ao ar das 20h às 21h de domingo a sexta-feira, e o ouvinte poderá interagir via redes sociais e celular.

FatDuo na Área
– Com o mesmo nome da coluna da dupla na revista Pah do Diário Gaúcho, o FatDuo na Área será apresentado pelos DJs Cabeção e Finna. O programa será superdançante e vai esquentar as noites de sábado a partir das 21h.
Programas consagrados como Love Songs, apresentado por Arlindo Sassi das 21h a 1h de domingo a sexta, prosseguem na grade, mas ganham um novo formato. A partir de terça, o Pagodão da Cidade, por exemplo, passa a se chamar Pagoderia, às 10h, e Boteco, às 17h, trazendo o melhor do pagode nacional.
Sobre a Rádio Cidade
A programação da rádio Cidade, sintonizada no dial FM 92,1, mescla música e informações do dia a dia voltada ao público jovem popular. A emissora dá ênfase também ao esporte e a uma extensa agenda de shows e festas de Porto Alegre e da Região Metropolitana. Dirigida ao público com idade entre 15 e 39 anos, a Cidade tem a descontração e a interatividade como características.
O programa de maior audiência é No Pique da Cidade (que a partir desta terça-feira muda de nome), apresentado por Mauri Grando das 14h às 17h, de segunda a sexta-feira. No pico, atinge 120 mil ouvintes por minuto e 14 pontos de audiência. A média geral da emissora é de 50 mil ouvintes por minuto.
Escute a rádio ao vivo pela internet aqui e acompanhe-a pelas redes sociais: www.twitter.com/rdcidade,www.facebook.com/rdcidade e Orkut.

E o seu desejo como anda???

Numero de idosos com aids aumenta a cada dia.wmv

Pesquisa sobre o conhecimento das mulheres sobre O QUE É EJACULAÇÃO PRECOCE


Avaliação do conhecimento sobre Ejaculação Precoce em amostra de mulheres de Porto Alegre

1.- Resumo da pesquisa:

Objetivo: O presente estudo propõe-se a avaliar o conhecimento específico sobre ejaculação precoce (EP) baseado na última definição proposta pela International Society for Sexual Medicine (ISSM) em uma amostra de mulheres de Porto Alegre.Método: Foram entrevistadas 405 mulheres com idades entre 18 e 70 anos em clínicas privadas da área da saúde e universidades. As participantes foram avaliadas através de questionário estruturado e autoaplicável. Este era composto por 4  perguntas com escores de 0 (desconhece absolutamente) a 4 (conhece absolutamente) cada uma.    Resultados: A idade média das mulheres foi 33,8 anos. Com relação a parceiros afetivos e sexuais, 63,48% tinha parceiros fixos e 20% revelou não ter vida sexual ativa naquela época. Para facilitar o entendimento, os dados analisados foram transformados em escala de zero a dez, como se fosse uma prova de conhecimentos valendo 10 pontos, sendo a média 7. A nota média do grupo entrevistado foi 6,7 (±1,6). Mais da metade das mulheres (60,2%) obteve nota inferior a 7, apesar de 75,8% das mulheres terem nível de escolaridade superior, somente 39,8% conseguiu atingir a média. Conclusões: O grande percentual de mulheres que desconhecem a atual definição sobre EP foi surpreendente (60%), visto que a maioria delas tinha nível de escolaridade superior, e que destas esperava-se maior esclarecimento e acesso às informações. Estudos futuros com parceira de ejaculadores precoces devem ser feitos para saber se esta população também desconhece o tema.

2.-  Artigo

A ejaculação precoce (EP) tem estado entre as disfunções sexuais mais prevalentes entre os homens com taxas  entre 10 e 30%. Atinge homens de todas as idades e, ao contrário da disfunção erétil, a EP na grande maioria das vezes não esta associada a condições orgânicas gerais. Estudos apontam que as dificuldades sexuais masculinas geralmente estão relacionadas as de suas parceiras podendo, inclusive, serem provocadas por estas. Tem sido freqüente a queixa de EP por parte das mulheres nos consultórios privados, entretanto, não sabemos se estas conhecem o conceito desta disfunção. Por esta razão, o presente estudo propõe-se a avaliar o conhecimento específico sobre EP em uma amostra de mulheres de Porto Alegre, baseado na última definição proposta pela International Society for Sexual Medicine (ISSM).

 Foram entrevistadas 405 mulheres com idades entre 18 e 70 anos em clínicas privadas da área da saúde e universidades. As participantes foram avaliadas através de questionário estruturado e auto-aplicável. Este era composto por quatro perguntas com escores de zero (desconhece absolutamente) a quatro (conhece absolutamente) cada uma. A idade média das mulheres foi 33,8 anos, sendo que 75,8% tinham ensino superior, 18,3% ensino médio e 5,9% ensino fundamental. Com relação a parceiros afetivos e sexuais, 33,8% era casada ou morava junto com companheiro, 29,6% tinha namorado fixo, 16,5% era solteira com parceiros eventuais e 20% revelaram não ter vida sexual ativa no momento. Com relação a parceiros afetivos e sexuais, 63,48% tinham parceiros fixos e 20% revelou não ter vida sexual ativa no momento. Para facilitar o entendimento, os dados analisados foram transformados em escala de zero a dez, como se fosse uma prova de conhecimentos valendo 10 pontos, sendo a média 07. A nota média do grupo entrevistado foi 6,7 (±1,6). Mais da metade das mulheres (60,2%) obtiveram nota inferior a sete, apesar de 75,8% das mulheres terem nível de escolaridade superior, somente 39,8% conseguiu atingir a média. Foi encontrada diferença estatisticamente significativa entre o conhecimento das mulheres com ensino superior, ensino médio e fundamental. As mulheres com 3º grau obtiveram nota superior (6,9), às com ensino médio (6,3) e fundamental (5,5).  Não houve diferença significativa entre o conhecimento das mulheres que trabalhavam fora e as que não trabalhavam, bem como a idade não estiveram associadas ao conhecimento sobre EP.  O grande percentual de mulheres que desconhecem a atual definição sobre ejaculação precoce foi surpreendente (60%), visto que a maioria delas tinha nível de escolaridade superior, das quais se esperava maior esclarecimento e acesso às informações. Estudos futuros com parceira de ejaculadores precoces devem ser feitos para saber se esta população também desconhece o tema. Esses achados indicam que as mulheres podem estar considerando ejaculadores precoces homens que não apresentam realmente este problema. 

Lúcia Pesca
Psicóloga, Terapeuta Sexual e Coordenadora do Comitê de Sexualidade da Soc. Psicologia do RS
Comite de Sexualidade da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul, Brasil
Pesca, L; Niederauer, K; Alves, A; Bortolin, M; Bronzatti, G; Hornos, L; Krug, R; Oliveira, B; Rodrigues, R


1 de ago de 2011

Ejaculação Feminina

No limite do prazer
Algumas mulheres possuem um tipo de orgasmo parecido com a ejaculação do homem. Encharcar a cama após uma relação sexual pode significar que você sente mais prazer do que outras mulheres

Foto: Getty Images


Você reencontrou aquele antigo namorado e teve a melhor noite da sua vida. De repente, quando a relação sexual acaba, a cama está encharcada com um líquido que parece xixi. Você é uma das poucas mulheres que pode ter uma reação parecida com a ejaculação do homem.

Apesar de errôneo, o nome ejaculação feminina refere-se a uma grande quantidade de líquido eliminado pela mulher após uma relação sexual onde houve grande excitação, com orgasmos seguidos.

Não pode ser chamado de ejaculação porque não se trata de um jato como o do homem e muito menos possui a mesma formação. Na mulher, esse líquido é resultado de um tipo de "suor" do útero, quando há uma lubrificação muito grande devido ao prazer ocasionado pelos muitos pontos que existem no corpo feminino.

De acordo com a especialista em sexualidade humana Lúcia Pesca, a primeira pesquisa sobre o assunto surgiu há cerca de 20 anos, quando um australiano filmou e fotografou mulheres eliminando o líquido após a estimulação com objetos parecidos com vibradores. O líquido eliminado foi analisado e descobriu-se que não era xixi. Na secreção, não existe a uréia nem outras substâncias que compõem a urina.

Uma estudante de 21 anos que não quis se identificar afirma que possui a característica e pensava ser bastante comum. "Toda vez que eu tenho uma relação com meu namorado encharco tudo. Teve uma vez em que foi tão forte que empurrei o pênis dele para fora sem querer e ele até riu da situação", diz.

A parcela da população feminina que possui o atributo é muito pequena. Segundo Lúcia, o número de mulheres que possuem um tipo comum de orgasmo em qualquer relação sexual é de 35% a 40%, já as que conseguem chegar lá com a penetração é de 18% a 20%. Levando esses valores em consideração, o número de mulheres que expelem o lubrificante é bem menor, mas os estudos sobre o assunto ainda são muito poucos.

Como acontece?
Foto: umoutroolhar.com.br
Ponto G


Em primeiro lugar é importante lembrar que a mulher é totalmente diferente do homem. Enquanto o órgão genital masculino é totalmente externo e facilmente excitado, o órgão feminino é interno e possui muitos pontos escondidos de prazer.

O famoso ponto G é, na verdade, a esponja uretral, um tecido esponjoso que envolve a uretra (canal de conexão entre a bexiga e o exterior) e que faz parte do sistema clitoriano. Quando as glândulas parauretrais, contidas na esponja, são estimuladas, a mulher passa a sentir grande prazer.

Mesmo assim, não é apenas o corpo G que é responsável pela excitação. Cada mulher possui um corpo diferente e pontos diferentes a serem explorados. Muitas vezes, não é necessário estimular o clitóris, bastam alguns pontos da própria vulva. "Já tive pacientes que apenas com o mamilo bem estimulado através de beijos e mordidas já conseguiam chegar ao orgasmo e à eliminação do líquido", comenta Lúcia Pesca.

Quando acontece a secreção do líquido, o local onde houve a relação fica inundado, pois é grande a quantidade de lubrificante eliminada. Especula-se que o número varia entre 15 e 200 ml, mas ainda não há estudos que confirmem. De qualquer forma, não são todas as mulheres que conseguem chegar a este ponto, para que isso ocorra, é necessário que ela se entregue totalmente à relação e esteja bastante excitada.

A psicóloga Carla Zeglio afirma que quase toda mulher que tem essa experiência, em algum momento, se sentiu constrangida em relação ao parceiro. Nesse caso, é importante deixar claro que não existe nada de errado com o corpo dela.

"A secreção não possui cheiro e não atrapalha, de forma alguma, a relação. É importante que o casal entenda que o corpo da mulher funciona dessa maneira. Não podemos transformar toda resposta fisiológica em algo anormal", completa Carla Zeglio.
Como encontrar o ponto G
Sente na cama com as pernas abertas e encoste em algum apoio. Introduza o dedo médio de uma das mãos na vagina. Coloque o dedo polegar da outra mão no clitóris. Toque as regiões até achar o ponto em que ambos os dedos se conectam e você sinta algum prazer. Você acaba de encontrar o ponto G! (como mostra a figura acima)


Também quero!
Foto: Getty Images


Não há características físicas que definam as pessoas que possuem a peculiaridade, mas sim psicológicas. Lúcia Pesca diz que elas costumam ser pessoas de bem com a própria sexualidade, que pensam em sexo durante o dia e possuem fantasias. Há pesquisas sobre a possibilidade de elas terem uma quantidade maior de testosterona (hormônio masculino) no corpo, mas nada ainda comprovado.

A especialista explica que a informação é muito pouco conhecida para muitos médicos, já que passou a ser melhor analisada há quatro ou cinco anos. No meio de tantas mulheres reclamando por não obterem orgasmo, é estranho chegar uma mulher dizendo que ejacula, segundo a especialista.

A terapia sexual é uma dica para quem quer melhorar seu desempenho. É necessário que a mulher aprenda a ter prazer primeiro sozinha, para depois obtê-lo com o parceiro. É preciso também que ela não tenha medo ou vergonha de dizer o que quer e de que forma o sexo é melhor, para estimular o seu prazer.

O sexólogo e autor do livro Amores Humanos e Traições Divinas Joaquim Motta diz que o orgasmo feminino é um mistério e sofre variações enormes de mulher para mulher. Algumas gostam de massagear o clitóris com muita pressão e pouco movimento, outras preferem movimentos leves.

É importante que haja cumplicidade entre o casal e que o homem também faça sua parte. O sexo masculino costuma focar o prazer no órgão genital, enquanto que a mulher busca a exploração de todo o corpo. Massagens e lambidas são válidas para erotizar a relação.

"Antes o homem focava somente no prazer dele. Hoje, ele compreende que é muito melhor aproveitar junto com a companheira. Uma analogia explica muito bem as diferenças: homem é igual fogão a gás (esquenta e esfria rapidamente) e mulher é como fogão a lenha (demora para esquentar e para esfriar também)", completa o especialista. 

Sexo solução:é bom,gostoso e não engorda

Sem vergonha, sem preguiça e sem problema. Com essas características, a vida sexual faz bem à saúde, aumenta a cumplicidade entre os parceiros, relaxa, alegra o dia e ainda deixa você mais bonita. Aqui, muitas ideias para chegar lá
Nayarah Nogueira
 
Se você acredita na máxima “tudo que é bom, engorda”, esqueceu de uma deliciosa exceção: o ato sexual. É bom, de graça, saudável e ainda ajuda a emagrecer. Vamos começar por essa última vantagem. "A perda calórica por ato sexual pode variar de 100 a 150 calorias. Isso corresponde a caminhar 20 minutos em ritmo moderado”, compara Lúcia Pesca, sexóloga, de Porto Alegre. Faça os cálculos: duas vezes por semana pode representar até 1 quilo a menos em um mês. Nada mau! É claro que isso dependerá da sua dieta e também da duração e da intensidade do sexo. Mais importante que a perda calórica, porém, é o bem que o sexo faz. “Os batimentos cardíacos são acelerados, os órgão internos massageados, a circulação sanguínea e a linfática intensificadas. A produção de hormônios e endorfinas contribui para uma sensação de bem-estar, sendo um excelente antídoto para a depressão e a ansiedade”, lista Amaury Mendes, médico e sexólogo, do Rio de Janeiro.
Por todos esses motivos, a Organização Mundial da Saúde, desde 2000, inclui o sexo como um dos prérequisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem. “É claro que estamos falando de relações com qualidade, ou seja, com vínculo afetivo, satisfação e segurança. Sexo prazeroso é um prêmio da vida adulta, e a durabilidade dessa conquista dependerá do esforço da manutenção”, afirma Lúcia Pesca.
Sustentar uma vida sexual criativa e divertida não é fácil. “Sexo em casamento antigo é como carro velho. Precisa de manutenção, ajustes, mais óleo e, às vezes, só um martelinho de ouro para ajudar”, compara Adriana Azevedo, engenheira química. Casada há 13 anos e com dois filhos, ela conta uma história conhecida de muitas mulheres. “Na correria do dia a dia, com solicitações das crianças, do chefe, da empregada etc., muitas vezes eu passava dias sem olhar com calma para o meu marido. Na cama, parecíamos dois desconhecidos, exaustos, com sono”, relembra Adriana. Até que ficaram meses sem ter relações, e aí a vida pareceu triste, o casamento apagado. “A crise exigiu dedicação para levantar nosso pique sexual. Uma coisa legal que fiz foi, depois de cada transa, escrever como tinha sido e como eu tinha me sentido, sem pudor de medir palavras, num tom excitante. No dia seguinte, mandava para ele no trabalho, e ele voltava para casa com mais vontade de continuar”, confidencia Adriana. Ela relata outro benefício: depois da retomada sexual, a relação ficou mais leve e as discussões rarearam. Mágica? Não, química

 

Corpos que conversam

“A carícia sexual incentiva a produção de substâncias que, entre outros efeitos, promovem sentimentos de afeição e de proteção em relação ao parceiro”, explica Lúcia Pesca. No dia a dia, isso pode representar uma atitude mais generosa, menos defensiva e mais cúmplice com o outro. O casal se torna mais unido, baixa a guarda e passa a associar o parceiro a momentos de alegria e êxtase. Além disso, o sexo pode ser um fator descomplicante” na vida a dois, reduzindo a quantidade de sessões D.R. (discussão da relação), tão temidas e rejeitadas pelos homens. “Chega uma hora em que a discussão esgota. Você reclama e ouve dele sempre a mesma coisa, como se fosse uma conversa programada por telemarketing, com todas as falas preestabelecidas”, compara Vivian Nascimento, publicitária, que mora com o namorado há seis anos. Quando o namoro entra nesse clima, ela já sabe que é o momento de pegar a estrada para um fim de semana de lua de mel. “São conversas que não levam a nada e só nos estressam mais. Depois de um fim de semana romântico, nós nos sentimos mais calmos, amorosos e parece que tudo foi resolvido”, conta Vivian. Na intimidade, abre-se espaço para o olhar, o toque, os carinhos e a troca. O outro sente-se alimentado e recebe a principal mensagem que você quer transmitir: “Eu te amo e te desejo”. Com essas certezas, os problemas do dia a dia diminuem, já não é preciso falar tanto. “Transar é a maneira mais verdadeira, nua e crua, de comunicação. A intimidade não permite disfarces, simulações ou máscaras. Os amantes revelam-se como são e entrosam-se em outro patamar, mais intenso e edificante, muito importante para a realização do casal”, finaliza Maria Helena Vilela, educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan, ONG de educação sexual, em São Paulo. Portanto, deixem aquela conversa séria para depois, quando os corpos já tiverem sido inundados pelos hormônios. Nesse clima de bem-estar, só sobrarão palavras de amor, entendimento e profunda união.


Operação RESGATE
Sete conselhos deliciosos para esquentar romances de longa data
1 Retome o passadoA excitação e o frescor da relação ficaram para trás? Então vá até lá e traga algo significativo desse período. Vista uma peça de roupa que guardou daquela época ou use o perfume dos tempos de início de namoro. Esses detalhes têm o poder de suscitar emoções antigas e gostosas, trazendo um tempero especial para o presente. Ou que tal um programinha dos anos dourados? Ir ao drive-in ou transar na casa da sua mãe, escondidos, pode ser muito excitante. Você troca o conforto pela aventura e pode ter ótimas surpresas.
2 Renove-se para o futuro
Se você acha que conhece tudo sobre ele, perigo à vista. Talvez esteja repetindo carícias e abordagens que já não lhe interessam mais. Observe-o. O que ele mais olha em você? Invista nessa parte do corpo. Ele anda ligado em computador? Use a net para trocar mensagens eróticas. Ele gosta de salto alto? Abuse deles. Você também pode trazer surpresinhas no próprio corpo. Pintar as unhas de vermelho (se não costuma fazer isso), comprar uma saia mais curta, fazer uma depilação diferente, uma tatuagem de henna ou mudar a maquiagem... Pequenos detalhes não assustam e costumam agradar.
3 Defina um estilo
Uma transa pode ser romântica, zen, pornô, com toques temáticos... Produza o quarto com mimos que façam vocês se sentirem em outro mundo. Incenso, cor da lâmpada, a bebida que mais combina com a brincadeira. Nada exagerado para não deslocar o foco. Seja sutil.
4 Busque inspiração
Amplie seu repertório erótico com ideias pesquisadas em livros, filmes, sites e blogs com informações sobre sexo, CDs com músicas que inspiram o amor, revistas com reportagens sobre o assunto ou mesmo as pornôs. Melhor ainda se vocês puderem fazer isso juntos. Durante o “estudo”, vão identificar o que os excita.
5 Cultive a intimidade
Ela não acontece na cama. É construída conversando, trocando olhares, rindo juntos ou mesmo revendo fotos, vídeos ou cartas que marcaram a história de vocês. O importante é mostrar-se interessada no outro. E, se o dia a dia parece contaminado, fujam! Viajem, saiam para jantar, passeiem só os dois, abram espaço para ficarem sozinhos. E beijem-se muito!
6 Erotize a comunicação
Gentilezas, provocações, olhares e pequenos gestos durante o dia vão alimentando a vontade de estar com o outro. Mande um torpedo para ele ou deixe um recadinho amoroso na porta da geladeira. Você também deve se erotizar lembrando de noites prazerosas e imaginando o que podem fazer juntos na cama.
7 Faça-o sentir-se o tal
As pesquisas concordam em um ponto: o homem enlouquece quando percebe que consegue dar prazer à mulher. Portanto, deixe isso claro antes da relação e durante. Não precisa fingir, mas também não seja discreta ao manifestar quanto está gostando de estar com ele.

 

SOZINHA, com prazer

Só porque alguém está sem parceiro vai abdicar do erotismo? De jeito nenhum. Proporcionar-se satisfação sexual é um importante meio de melhorar a autoestima e a intimidade com o próprio corpo. “A masturbação é fazer amor consigo mesma, é cuidar-se e investigar os seus caminhos para adquirir prazer”, afirma a sexóloga Lúcia Pesca. Sem estímulo para ir sozinha? Então prepare um momento para você. Uma taça de vinho, um filme ou um livro erótico podem acompanhá-la. Mas os especialistas garantem que o que funciona mesmo é a mulher colocar a imaginação para funcionar. Confie no corpo: assim que você começar sua historinha, ele vai procurar o prazer instintivamente. O importante é deixar o julgamento, os preconceitos e qualquer vergonha de lado. Nesse script, é você quem manda. Deixe-se guiar livremente!